“As mulheres parecem estar condicionadas a ter um relacionamento amoroso. É quase inconsciente”, diz Cleo Pires ao defender Tati, sua personagem na comédia “Qualquer Gato Vira-Lata”, que estreia no país nesta sexta-feira.
A protagonista é uma garota que começa apaixonada por um rapaz imaturo, vivido por Dudu Azevedo, e passa por uma grande transformação, com a ajuda de um professor universitário, interpretado por Malvino Salvador.
“O que mais me interessou na personagem foi a transformação dela. Ela acaba o filme completamente diferente daquele começo, quando é insegura, histérica”, disse Cleo ao UOL Cinema.
Ela ressalta que deu muitos palpites no roteiro, baseado na peça de Juca de Oliveira. “Foi um processo de criação aberto aos atores. Isso ajudou a gente acreditar nos personagens, porque na comédia é necessário um processo de autocrítica bem grande”.
Ela acredita que, em “Qualquer Gato Vira-Lata”, há um processo de “abrasileiramento” das comédias românticas de Hollywood. “Não faz muito tempo que o nosso cinema tem dado espaço para filmes de diversão e entretenimento”.
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